segunda-feira, 20 de julho de 2015

JANELA

Estava a chover mundos,
e agora, sol há a raiar.
Assim são meus devaneios,
como aquela chuva que chove
e bruscamente volta a sessar.


E toda essa iluminação, da janela a qual estava a mirar.

DIVINA FOGUEIRA

Ser fogo que não queima Dourada é a pele que lampeja Levanta a poeira, meu batalhão. E a água arde a garganta Energia que vibra e levan...