Estou doente...
Sempre fui, não evidente.
Uma doença da aura pra dentro,
algo da própria alma nefasta.
Seria por algum acaso louco?
Mas a consciência dos monólogos
são tão reais, tão sãos, tão soltos...
sinto-me um anti-humano,
minhas vontades inversas,
e quando minha alma imersa
mais superficial mostro-me ser.
Onde ligo o ser que há em mim?
De tanto pensar, sou menos humano
não sinto com os sentidos, um cheiro, um toque...
sinto com a razão, penso, não há em mim
qualquer sensação de carícia nos nervos,
voa tudo em impulsos elétricos à fora.
Meu cérebro é um curto circuito [salvo o dia e a hora.]
Existiria um remédio para essa
consciência que me fora dada?
Uma garrafa de Whisky, por favor!
Sempre fui, não evidente.
Uma doença da aura pra dentro,
algo da própria alma nefasta.
Seria por algum acaso louco?
Mas a consciência dos monólogos
são tão reais, tão sãos, tão soltos...
sinto-me um anti-humano,
minhas vontades inversas,
e quando minha alma imersa
mais superficial mostro-me ser.
Onde ligo o ser que há em mim?
De tanto pensar, sou menos humano
não sinto com os sentidos, um cheiro, um toque...
sinto com a razão, penso, não há em mim
qualquer sensação de carícia nos nervos,
voa tudo em impulsos elétricos à fora.
Meu cérebro é um curto circuito [salvo o dia e a hora.]
Existiria um remédio para essa
consciência que me fora dada?
Uma garrafa de Whisky, por favor!
[...]
Nenhum comentário:
Postar um comentário